Sentado num quarto escuro
Acompanhado pela solidão
Sinto-me no meio d’um muro
Sinto as palpadas batidas do coração
Ouço palmas ao fundo da canção
Do meu lado vejo um copo cheio
Do outro lado a silhueta da estação
Eis que surge uma figura no meio
É meu reflexo e minha imagem
O fantasma das críticas perdidas
Ele quer me trazer uma mensagem
Sempre diz coisas despercebidas
E os gritos logo chegam a meu ouvido
E os ouço claramente e com esperteza
E os gritos levam o meu paraíso perdido
- Abram alas, da solidão à tristeza. –
Anderson Marques Mileib
Texto antigo.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
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